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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Dezembro . Natal ❄✳❅
E no último de Novembro a alegria de partilhar a tradição de Natal, pela primeira vez, com a minha metade. São muiiiitos bonequinhos, mas foram colocados, desta vez a três (eu, a minha metade e o meu pai), com muito amor ♥. Sou fascinada pela árvore de Natal. A cultivar eternamente o meu espírito Peter Pan.
Bom português II...
A alegria vive nas pequenas coisas.
Nomeadamente, no prazer infinito de ouvir uma bossinha do Zambujo, passada, mas sempre presente.
Palavras que poderiam ser minhas...
Repost - Às 9 no meu blogue
asnovenomeublogue.clix.pt/ 2014/10/ uma-especie-de-mantra_31.ht ml
"Passamos muito tempo a olhar para o lado, num exercício esgotante de comparação, a achar que a vida dos outros é muito mais cor-de-rosa do que a nossa. Não é. A de ninguém.
Todos temos dias virados do avesso. Todos somos imperfeitos. Todos sentimos dor. E alegria. E dor. E alegria. E dor. A vida é mesmo assim e é assim para todos. Desenganem-se os que acham que a pessoa A ou a pessoa B têm uma vida perfeita. Não têm, ninguém tem. As alegrias podem ter nomes diferentes, as dores podem ter nomes diferentes, mas ninguém vive em modo perfeição absoluta.
Respondem com «aquilo» da sorte. Que uns têm e outros não. Mas esquecem-se de dizer que os que parecem ter «mais sorte» do que outros são os que lutam nesse sentido. São os que não baixam a guarda nas adversidades. São os que sabem que a vida é uma escadaria e muitas vezes sem corrimão, mas que não é parados no primeiro degrau que chegamos ao último. São os que acreditam que a sorte que nos calha na vida é aquela que procuramos. Pelas oportunidades que agarramos, pelas renúncias que fazemos, pelas vezes que conseguimos dizer «não» aos outros, pelas vezes que nos pomos em primeiro lugar, pelas vezes que acreditamos mais em nós, que confiamos em nós, que acreditamos em nós, que nos focamos na nossa vida e não na dos outros.
Achamos que encontramos lá fora o que na realidade mora dentro de nós. Enquanto assim for, não há sorte que nos queira."
http://Todos temos dias virados do avesso. Todos somos imperfeitos. Todos sentimos dor. E alegria. E dor. E alegria. E dor. A vida é mesmo assim e é assim para todos. Desenganem-se os que acham que a pessoa A ou a pessoa B têm uma vida perfeita. Não têm, ninguém tem. As alegrias podem ter nomes diferentes, as dores podem ter nomes diferentes, mas ninguém vive em modo perfeição absoluta.
Respondem com «aquilo» da sorte. Que uns têm e outros não. Mas esquecem-se de dizer que os que parecem ter «mais sorte» do que outros são os que lutam nesse sentido. São os que não baixam a guarda nas adversidades. São os que sabem que a vida é uma escadaria e muitas vezes sem corrimão, mas que não é parados no primeiro degrau que chegamos ao último. São os que acreditam que a sorte que nos calha na vida é aquela que procuramos. Pelas oportunidades que agarramos, pelas renúncias que fazemos, pelas vezes que conseguimos dizer «não» aos outros, pelas vezes que nos pomos em primeiro lugar, pelas vezes que acreditamos mais em nós, que confiamos em nós, que acreditamos em nós, que nos focamos na nossa vida e não na dos outros.
Achamos que encontramos lá fora o que na realidade mora dentro de nós. Enquanto assim for, não há sorte que nos queira."
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
O caso Sócrates agita o nosso país. E todo e qualquer um parece ter uma opinião. E neste momento o país não pode viver ao sabor delas. Tal como temos de presumir inocência até declaração de culpa, também devemos presumir que o nosso sistema judicial está a conduzir o caso de forma correta e que o vai levar a bom porto. Se já temos "pré - conceitos"? Pois claro que temos e eu tenho os meus. Mas figuras fulcrais formadoras de opinião da nossa sociedade revoltarem-se contra a forma como a detenção foi conduzida, acharem que há fusão de poderes e não a necessária e primordial separação dos mesmos e bradarem às supostas quebras ao segredo de justiça é demasiado primário e ridículo. Nós não sabemos contornos, nem temos de os saber. Quem sabe jogou com eles e agiu, temos de acreditar nisso, em conformidade com os mesmos. E quanto ao segredo de justiça, todos os dias temos gente a falar nos programas da manhã acerca de variados crimes menores ou maiores, expondo criminosos e contextos... Será menos reprovável por serem maioritariamente acerca de pessoas com menos visibilidade? Não seria de esperar que a investigação conduzida pelos próprios jornalistas levasse à publicação dos contornos do caso sem que isso seja uma quebra do segredo? Até agora todos pensamos com base em meras suposições. Para cada história há muitos lados e nós, meros cidadãos (não super-juizes ou delegados do MP), temos de esperar até que seja apurada toda a verdade, divulgada e sejam culpados os criminosos e libertados os inocentes.
Adenda a 25/11: Se não devemos culpabilizar também não devemos vitimizar... Uma notícia do Sol a comparar Sócrates a Mandela, falando da dor dos socialistas? Mas que país e que jornalismo é este? Eu juro que um dia desisto de compreender... Tal como a notícia de ontem do Público em clara propaganda política fabricada ao político "de cor" (sim eles dizem isto e falam do percurso, com laivos de referências ao racismo latente ao "descendente de goeses brâmanes") que "será" o próximo PM, com timing tão brilhante...
Para quem acha que há moldagem da decisão judicial pela opinião pública, será tão deformador o linchamento em praça pública como as ondas de vitimização que se prendem com os meios e esquecem os meandros. Ambas, julgando a atuação, poderiam forçar decisões em sentido contrário. Don't get me started na vergonha de debate que ocorreu ontem à noite na Sic Notícias. A (rainha do pedantismo em movimentos, atos e palavras) CFA e o (mas porque é que este senhor ainda é comentador?) MST deviam ter vergonha... Que sabem eles sobre o processo para emitir aqueles juízos? Não sabem, nem têm de saber. O processo que corra e quem é capaz para isso que o resolva e nós continuamos a nossa vidinha.
Adenda a 25/11: Se não devemos culpabilizar também não devemos vitimizar... Uma notícia do Sol a comparar Sócrates a Mandela, falando da dor dos socialistas? Mas que país e que jornalismo é este? Eu juro que um dia desisto de compreender... Tal como a notícia de ontem do Público em clara propaganda política fabricada ao político "de cor" (sim eles dizem isto e falam do percurso, com laivos de referências ao racismo latente ao "descendente de goeses brâmanes") que "será" o próximo PM, com timing tão brilhante...
Para quem acha que há moldagem da decisão judicial pela opinião pública, será tão deformador o linchamento em praça pública como as ondas de vitimização que se prendem com os meios e esquecem os meandros. Ambas, julgando a atuação, poderiam forçar decisões em sentido contrário. Don't get me started na vergonha de debate que ocorreu ontem à noite na Sic Notícias. A (rainha do pedantismo em movimentos, atos e palavras) CFA e o (mas porque é que este senhor ainda é comentador?) MST deviam ter vergonha... Que sabem eles sobre o processo para emitir aqueles juízos? Não sabem, nem têm de saber. O processo que corra e quem é capaz para isso que o resolva e nós continuamos a nossa vidinha.
Next year
2015.
Can't wait.
Este ano foi dos mais felizes e ao mesmo tempo dos mais difíceis da minha vida. Há anos assim, que parecem uma corrida de obstáculos. E este teve muitos. Para além de que talvez tenha aberto os olhos para a realidade na qual vivo diariamente. Agora que já a conheço e aprendi a calar a revolta e asco de todas as minhas células, melhorando o seu coping, só quero chegar à meta e recomeçar, com mais energia, com mais vontade, com mais esperança. E com menos expectativas. Saborear cada obstáculo ultrapassado e aprender com o processo. Saber que as minhas conquistas devo-as a mim e a mais ninguém. Tomar um momento para apreciar a pista. E correr sempre a dois. Para aliviar o caminho.
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